Rastreamento reativo: vamos quebrar este paradigma em 2021
- comunicacao7852
- 14 de dez. de 2020
- 2 min de leitura
Por Eduardo Muniz
Na última década, vivenciamos a chegada de diversas empresas no mercado das tecnologias de rastreamento. Sem dúvidas, um importante movimento para o segmento do transporte rodoviário de cargas. Muitas delas trouxeram novidades para o modelo já existente de equipamentos principais instalados nos veículos (rastreadores, sensores de desengate, de portas e de bloqueios de motor, travas de baú, etc.) e outras optaram por abraçar a linha de equipamentos secundários, sejam eles fixos (localizadores) ou móveis (iscas).
Estes últimos, apesar de terem sido uma novidade que empolgou o setor quanto às possibilidades de prevenção e segurança, não são instalados de acordo com as configurações recomendadas e facilitam a atuação de criminosos que dispõem ferramentas inibidoras da transmissão dos dados monitorados.
Mas, mesmo com tantos recursos, conhecimento, pessoas e tecnologias, os players do segmento ainda atuam de forma reativa, pois paralelamente também é desenvolvida uma inteligência a fim de burlar cada nova invenção e permitir que as ocorrências de sinistro ainda figurem as manchetes dos jornais.
É com base nesta realidade que, em 2021, a E.M. Prevenção de Riscos Logísticos propõe uma quebra de paradigma no tema por meio da inversão dos processos. Desta forma, a carreta onde está localizado o risco passará a conter o equipamento principal e o veículo transportador, o secundário.
Estamos trabalhando arduamente nesse projeto juntamente com empresas tão jovens quanto a nossa que anseiam igualmente por mudanças e melhorias, pois compreendemos que o contexto contemporâneo exige sempre mais dos homens e das inovações tecnológicas.
Hoje somamos mais de 25 anos de experiência no transporte rodoviário de cargas. Somos movidos pelo DNA da excelência em resultados e pela confiança de que estamos na rota certa, apesar de complexa.
Aproveito este espaço para compartilhar conhecimento e ouvir a nossa audiência no que tange a novas ideias, sugestões e críticas que contribuam para este novo formato de atuação. Afinal de contas, sempre é possível aprender!
Gostou do conteúdo? Comente aqui ou entre em contato conosco. Vamos juntos transformar o transporte de cargas no Brasil!
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