Qual risco você não pode correr?
- comunicacao7852
- 26 de out. de 2020
- 1 min de leitura
Por Eduardo Muniz
Certa vez, o renomado professor e consultor Peter Drucker falou: “Existem dois tipos de riscos: aqueles que não podemos nos dar ao luxo de correr e aqueles que não podemos nos dar ao luxo de não correr”.
Sem dúvidas, vivemos em contextos sobre os quais não temos domínio. E isso quer dizer que os riscos estão à nossa volta, como se apenas aguardassem o momento certo de vir à tona! Mas, afinal, isso é bom ou ruim?
Quando o professor Drucker fala dos riscos que não podemos deixar de correr, me transporto diretamente para o dia que resolvi transformar o meu modelo de vida de mais de 15 anos em contratos CLT e fundar a E.M., em 2013.
Uma ideia única e inovadora no país que constantemente se reafirma como relevante e cada vez mais essencial para a construção de um transporte rodoviário de cargas mais preventivo, seguro e eficiente.
A atividade empreendedora existe e desenvolve à medida que toma mais riscos. É assim, apostando em cenários apenas desenhados, que os negócios cumprem seu papel social e sua função econômica ao gerar riquezas e desenvolver pessoas, cidades, governos.
Por outro lado, mas de forma nada ambígua, temos os riscos que Peter Drucker alerta quanto ao luxo de não corrermos: são os riscos previsíveis e prejudiciais a qualquer serviço. São exatamente esses que evitamos em prol de viagens mais inteligentes, que se utilizam da tecnologia e da gestão colaborativa para alcançar os melhores resultados.
Assim, entendemos os dois lados da moeda do risco e compreendemos que apenas um deles pode nos favorecer. Nós da E.M. sabemos o valor da segurança.
Você sabe evitar o risco que não pode correr?
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